BR quotes

"É um sexy disfarçado de um querer mas não saber como chegar." E é este o resumo deste Portugal Fashion 👌🏾🙌🏾

predadores emocionais: como sair da jaula

Os predadores emocionais se encontram imersos em universos de raiva e ressentimento em relação a pessoas capazes de sentir e cheias de vitalidade.


“Você nunca vai chegar ao seu destino se parar para atirar pedras em cada cão que late pelo caminho.” (Winston Churchill)

JRK


Hashtag #ridiculo

(MAAT)em-se



AF II

a isto se chama conformismo ou zona de conforto

"Toda a experiencia tem demonstrado que a humanidade está mais disposta a sofrer, desde que os males sejam toleráveis, do que a fazer-se justiça, abolindo as formas a que está acostumada."

Da Declaração da Independência

fecha os olhos



- Fecha os olhos. Consegues ver-me? Sim eu estou ai mais que quando me vês. Eu sou o que sentes de mim. Eu sou a energia que dei e a forma como a recebeste. Mantém os olhos fechados para me conheceres com o coração. 


"Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta.” – Carl Jung. 

AF


40tões/tonas

Sem pachorra para 40tões/tonas infelizes que esbajam felicidade falsificada na rede! 
Help us please!
Fracassaram hello! 
Que tal aceitar e dar a volta? 
Mais as mulheres, e dois ou três dom juan mortinhos por uma queca, passam o dia a parecerem divertidos, e felizes, e bem humarados, e cool, e culturamente evoluidos, e hiper realizados, e na crista da onda da banheira, e prós na abertura da fechadura da lente da fotografia, e em mandar postas de pescada moralista recessas, e no vinil riscado com mofo, e não há paciência!
Esta geração de descasados e mal casados que ronda os 40s é de fugir!
Livrai-me Senhor deste sindrome peter pan que parece contagiar a meia idade. Amen.


karma

" O passado. Esse grande monstro chamado passado. As pessoas acham que tudo o que aconteceu na sua vida e na vida das outras pessoas, tudo o que já passou, está enterrado. Não se pensa mais nisso. Não se ressuscita, não se vai buscar. Ninguém quer sofrer duas vezes. Acham que o que lá vai, lá vai, e não repensam no que passou. Mas não percebem que iriam repensar no que passou com a mente esclarecida de hoje, uma mente já não egóica, uma mente não comprometida com a ilusão que o ego monta para evitar o sofrimento. E o que é que acontece? Como não se vai lá, como não se vai às situações do passado que nos fizeram sofrer, a opinião que hoje tens delas é a mesma que a tua mente de então tinha, pois não foi reciclada pela tua nova espiritualidade. Resultado: o ego está lá, pronto a saltar. Enxovalhado, rejeitado, traído. Não está reciclado nem transformado em alma, que é o que eu proponho. Vai ao passado. Vai ao que viveste, situação a situação, e revive-a, sofre-a outra vez, mas reenergiza-te com o amor incondicional que recebes cá de cima, enche cada situação de luz, enche-te - naquela época, com aquela imagem, com aquela roupa - de luz. E tudo se irá diluir em luz. Irás colocar uma nova energia no teu passado, e ele, por sua vez, nunca mais te irá surpreender com a sua força traumática e traumatizante. A isso chama-se limpar o karma. O karma desta vida. "

mantra


ainda da paixão

"Enfim, como ainda não inventaram um colete à prova de paixões, sugiro que escolha suas paixões a dedo. Apaixone-se por alguém diferente. Alguém que volte para se reconciliar depois de uma briga, indiferente de quem esteja certo. Alguém que saiba o valor de uma boa conversa, que goste de ler e que queira estar ao seu lado. E, como dizia Rachel Lindsay: “Aprenda a amar os defeitos e apaixone-se pelas qualidades”.

#carpediem

FSS


#opontomorto


Jacques-Alain Miller

Psychologies: Então, o que é amar verdadeiramente?

Jacques-Alain Miller: Amar verdadeiramente alguém é acreditar que ao amá-lo, alcançará uma verdade sobre si. Amamos aquele que conserva a resposta, à nossa questão: “quem sou eu?”.

Psychologies: Por que alguns sabem amar e outros não?

Jacques-Alain Miller: Alguns sabem provocar o amor no outro, os serial lovers – se posso dizer – homens e mulheres. Eles sabem quais botões apertar para se fazer amar. Porém, não necessariamente amam, mais brincam de gato e rato com suas presas. Para amar, é necessário confessar sua falta e reconhecer que se tem necessidade do outro, que ele lhe falta. Os que creem ser completos sozinhos, ou querem ser, não sabem amar. E, às vezes, o constatam dolorosamente. Manipulam, mexem os pauzinhos, mas do amor não conhecem nem o risco, nem as delícias.



yoga sámkhya


  - Yoga significa juntar (ou ligar), diz-se “o Youga”.

OM shánti 🙏🏼

sentido

temos 5 inatos dizem-nos. 
6 as mulheres por clichê. 
7 quem tem dom de vidência.
vamos permitindo que o sentido da vida se vá fazendo de números: do número do BI, do número do NIF, do número de zeros à direita na conta bancária, do número de horas de trabalho, do número de dias de férias, do número de filhos, do número do código do multibanco, do número de seguidores nas redes, do número de likes, e assim até ao infinito, até perder o(s) sentido(s).
o sentido da vida passou a ser um numero protegido de password. 
este sentido não se sente, logo não é sentido, logo sentir deixou de fazer sentido.
Sentir do latim sentio, -ire, diz o dicionário que é um verbo que implica perceber pelos sentidos, pensar. Sentido é o particípio do verbo sentir. Assim sendo, pela lógica do silogismo, antes de saber o sentido é preciso saber sentir.

pausas sem publicidade..

A paixão que não chegou a amor podia ser o melhor título para esta história. 
Quando nos apaixonamos por alguém faz-nos pensar que é amor e isto é um erro. O que quer que seja o amor de verdade, não é o mesmo que paixão. Ambos são sentimentos intensos, mas diferem na capacidade, na intensidade e principalmente no resultado final.
E se um amor sem perdão não resiste, uma paixão sem esperança nem sequer existe. A paixão é tudo o que não queríamos querer e ainda assim queremos. É a chegada não certa, de momentos inteiros que fazem o coração querer sem querer, uma certeza secreta, uma verdade oculta.
Mas a paixão não segue o amor algumas vezes e como dizia Balzac: “Toda paixão que não se acredita eterna é repugnante”. Nessa altura deveríamos conseguir deixar de acreditar em monólogos romanceados de diálogos, que existem pausas sem publicidade e que as história precisam de ser contadas seja de que maneira for. Experimentam-se todas as formas, e mesmo que depois revolte, ontem não podíamos contrariar. É esta a história é a história do quase-amor. Desconstrói-se a paixão e o que se quer é perdão da alma. O amor não é para os de ‘des-sentimentos’. O amor é poesia e sol. Não é jogo, é paz. É um bem querer que nos transcende. Quando a paixão não vira amor decide ficar bem em ti, em vez de fugires de ti para a paixão que nunca chega a amor.

iniciar a "nitação"


Começamos hoje um novo início. A redundância é propositada e a enfâse merecida ao primeiro dia de natação da mai'nobinha. 
Os inícios sabem bem. E este foi tão divertido e igualmente tranquilo, que foi pra lá de delicioso. Fomos para a "nitação" e a "nitação" foi o que se esperava da "nitação". 
A Ritinha é a mai'nobinha aquisição do water team "os tubarões da liliana". E que tubarões faneca alegres e destemidos integram o grupo. 
Foi bom estar presente neste novo início. É tão bom estar e dar vida estando.
A minha guerreira mai'belhinha ajudou a mai'nobinha e começa também a ser contagiada pelo meu vibrar de dar inícios. 
Que bom que foi ir para a "nitação". 
Estamos inscritas, estamos motivadas!
Oh yee!!

"fun home"

bidas


da Sofia

Conseguimos ser felizes para sempre «um dia de cada vez.» 
"A verdadeira humildade é a nobreza de, antes de tudo,
aceitar-se a sí mesmo e buscar a pureza de coraçäo."
Gaio.

"O coração tem razões que a própria razão desconhece"


Back to basics

Transcrevo um texto do blog 4D, avidaa4d.blogspot.pt , pela sua descrição tão autêntica da realidade em que vivemos:

"A capacidade de estar só ou como lidar com a solidão


Estamos sempre em rede e afinal estamos quase sempre sozinhos.

Há dias li um comentário de uma amiga virtual que dizia que ninguém se devia fiar no número de amigos do facebook – o mesmo é dizer que o número de amigos do facebook não é indicador de uma rede de suporte consistente no mundo offline. Foi só um comentário que alguém deixou a alguém, mas para mim tocou numa questão sobre a qual tenho reflectido bastante e trocado impressões com os meus botões.

A verdade é que estamos na era do “ao alcance de um toque”, mas estamos cada vez mais sozinhos.

Quando comecei a minha relação, que passou a casamento e terminou em divórcio, estávamos ainda a anos-luz da realidade actual. Eu ainda tinha uma máquina de escrever em casa… Por amor de Deus! Depois passei para computador, mas sem internet e quando voltei a ficar solteira, muitos anos depois, o mundo tinha mudado – internet, facebook, instagram, twitter, touch, ipodes, ipads, iphones, chats – e nada mais seria igual.

“No meu tempo” não estávamos à distância de um toque, mas também não havia tantos mal entendidos: porque se está online, porque não se está online, porque não respondeu ainda à mensagem enviada, porque aceitou um pedido de amizade de x, porque enviou um pedido de amizade a y… Podia haver outros temas, mas estes não havia de certeza. Isso quer dizer que os desaguisados modernos são apenas frescuras dos tempos que se vivem? Frescuras ou não – não me parecem frescuras, porque quanto a mim este assunto é sério – são, sem dúvida fruto da era em que vivemos. E isso assusta um bocadinho…

Não sei se antigamente era melhor. Era sobretudo diferente e temos de pensar nisto para podermos agir, para podermos retirar o que de bom a vida online nos trouxe e tentar de alguma forma contornar os problemas que também nos trouxe. E são muitos, de facto.

Antigamente estávamos mais sozinhos…mas sentiamo-nos menos sós. Parece paradoxal, mas faz sentido, se pensarmos bem. Antigamente sabíamos esperar, sabíamos lidar com a espera, sabíamos lidar melhor com as frustrações, com a solidão, as rotinas e com a presença do outro, quando ela existia. Podíamos passar mais tempo sozinhos, mas as relações eram mais vividas presencialmente. Agora está-se quase sempre presente na vida do outro, mas efectivamente isto é um engano, uma ilusão.

Fala-se muito da falta de toque, do viver por trás do ecrã, de coleccionar relações em relativamente às quais não nos entregamos totalmente, tudo para explicar as grandes neuroses dos tempos em que vivemos 

Eu vejo a vida actual de uma forma um pouco diferente.

Vê-se mais, exige-se mais, controla-se mais… e não sabemos lidar ainda com isso. Estamos mais contactáveis, o que pode ser bom, mas isso é válido para todos, o que leva a mais ciúmes, mais controle, mais obsessões, mais depressões…porque percebemos que no fundo não controlamos praticamente nada e a vida escorre-nos por entre os dedos. A verdade é que nunca controlámos, mas antigamente não tínhamos tanta percepção disso quanto agora. Não conseguíamos chegar ao outro tão facilmente, ele não estava tão acessível, mas também não estava acessível a ninguém, quanto muito aos colegas de trabalho – as infidelidades estavam quase todas associadas ao trabalho e agora há um sem número de novas possibilidades. Agora, as pessoas estão acessíveis praticamente 24 horas por dia e chegam em segundos a qualquer parte do mundo.

Já li artigos que referem que agora somos todos mais fracos, que nos escondemos atrás dos écrans, que os laços criados não têm consistência e que podem ser facilmente desatáveis, mas, no meu ponto de vista, somos todos mais fortes para conseguir sobreviver nesta enorme selva tecnológica, em que a segunda pergunta, depois do “Como é que te chamas” é “Tens facebook?”. 

Temos de ser fortes porque temos de confiar mais no outro, na relação e em nós próprios. Temos de trabalhar cada vez mais a capacidade de estar sós, quando o outro está mesmo “ali ao lado”. Tem de se confiar que, mesmo com tantas mudanças a acontecerem simultaneamente, nada vai mudar irremediavelmente no minuto a seguir. Temos de ter essa segurança. As pessoas ainda gostam uma das outras à boa maneira de outros tempos e temos de acreditar piamente nisso.

O bicho papão é a solidão que sentimos e os aliados da solidão são vários, principalmente o medo de sermos trocados, de não sermos suficientemente bons para mantermos uma relação que perdure no tempo, o medo de não conseguirmos preencher o vazio que sentimos e de não termos resposta para tantas dúvidas que nunca poderão ser respondidas. E se a solidão é o bicho papão e o medo o seu grande aliado, o antídoto está no salto de fé que temos de dar. Temos de acreditar, continuar a acreditar, não parar de acreditar. Mas acreditar no quê? Na integridade, na verdade, na bondade das pessoas, na solidariedade, na capacidade de amar os outros e sobretudo a nós mesmos, na capacidade de aceitarmos que não somos donos de nada nem de ninguém, de que ninguém verdadeiramente nos pertence, na capacidade de aceitarmos que a vida é feita de escolhas, de escolhermos parar de nos sentirmos ameaçados, na capacidade de pararmos de controlar o outro, de sabermos esperar, de aprendermos a desligar. 

Quando decidirmos lutar por nós, vamos treinar a possibilidade de desligar, de relativizar, de sermos mais calmos em relação ao que nos rodeia, às pessoas, coisas e circunstâncias, fortalecemos o amor-próprio e a capacidade de estarmos sós. Aprender a desligar na era dos mil olhos abertos dia e noite parece uma inconsistência, mas talvez o caminho seja mesmo por aqui. Só podes estar verdadeiramente conectado a alguém, criar laços consistentes, se aprenderes a desligar."

#diainternacionaldapaz

"All we are saying is give peace a chance" #JohnLennon

http://youtu.be/0yU0JuE1jTk